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Após a sessão de ponto de situação em relação aos Condomínios de Aldeia no Ribatejo Interior, a TAGUS e a GestiVerde, com o apoio da ZIF de Aldeia do Mato, avançam com sessões de sensibilização e divulgação junto da população das freguesias de Aldeia do Mato, Martinchel, Rio de Moinhos, Mouriscas e Abrantes.

O objetivo é chegar aos proprietários dos terrenos florestais e de matos propensos a incêndios localizados nos 100 metros de proximidade de casas das aldeias:

Abrançalha de Cima, Abrançalha de Baixo, Aldeia do Mato, Aldeinha, Almoinha Velha, Amoreira, Arco, Bairro Cimeiro, Bairro Fundeiro, Cabeça Gorda, Carreira do Mato, Casal da Serra, Giesteira, Lercas, Martinchel, Paúl, Pucariça, Rio de Moinhos e Sentieiras.

As sessões servirão para apresentar os projetos de criação de faixas de proteção de 100 metros em redor das aldeias do Concelho de Abrantes, transformando áreas florestais e de matos propensos a incêndios, em terrenos produtivos, nomeadamente de medronheiro, olival, entre outras culturas.

Para recolher cartas de compromisso dos proprietários de adesão aos 2 projetos que permitem limpeza e plantação inicial financiada de modo a criar as faixas em mosaico, tornando a gestão de incêndios e de terras mais eficiente e menos trabalhosa.

Sessões de Divulgação:

>Aldeia do Mato

30.JUL.2025 | 19h00

Sede da União de Freguesias

>Carreira do Mato

20.AGO.2025 | 19h00

Escola Primária

>Martinchel

23.AGO.2025 | 19h00

Sede da Junta de Freguesia

> Pucariça

29.AGO.2025 | 19h00

Comissão de Melhoramentos

> Abrançalha de Baixo

3.SET.2025 |18h30

Associação de Moradores

> Paúl e Abrançalha de Cima

4.SET.2025 |18h30

Sede dos G.A.M.A – Sr.ª da Luz (Grupo de Amigos Motard’s de Abrantes)

> Amoreira

5.SET.2025 | 19h00

Associação de Moradores

> Lercas

6.SET.2025 | 18h00

Ass. de Melhoramentos das Lercas

>Sentieiras

11.SET.2025 |18h30

Centro Popular de Cultura e Desportos de Sentieiras

 

A implementação do projeto permite que, através destes mosaicos agrícolas, seja possível reduzir o risco de incêndio nas aldeias. E através da sensibilização e da formação das comunidades para a mitigação de riscos aumente a segurança de pessoas, animais e bens nos locais intervencionados.

As adesões aos projetos irão permitir aos proprietários as seguintes vantagens:

– Formação gratuita em operação de tratores e alfaias, fitofármacos, poda e nas culturas de olival e medronheiros;

– Com prevenção e faixas bem geridas, menor probabilidade de incêndios atingirem as propriedades e menos custos de recuperação;

– Novas fontes de rendimento, com incentivo financiado ao cultivo de culturas como olivais, vinhas e medronheiros, pastagens, montado de sobro, entre outras, que podem gerar rendimento adicional em mercados locais;

– Limpeza e plantação inicial financiada de modo a criar as faixas em mosaico, tornando a gestão de incêndios e de terras mais eficiente e menos trabalhosa;

– Propriedades com um maior valor potencial de mercado devido à sua sustentabilidade e produtividade;

– Solos mais produtivos e aumento da biodiversidade local, tornando o ecossistema mais saudável e equilibrado;

– Possibilidade das áreas beneficiadas poderem usufruir dos apoios anuais às explorações agrícolas no âmbito do Pedido Único (PU).

E ainda os apoios da TAGUS:

– Majoração dos projetos candidatos às medidas de apoio da TAGUS 2023-27, nas parcelas intervencionadas, no âmbito do Condomínio de Aldeia – Programa Integrado de Apoio às Aldeias localizadas em territórios de floresta;

– Possibilidade de escoamento da produção agrícola, através de mercados realizados pela TAGUS;

– Ações de sensibilização para boas práticas agrícolas, gestão e proteção contra o fogo.

– Possibilidade de integração no projeto PROVE – Promover e Vender.